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Complejo Termal Hualcupén
 
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In Neuquén
 
Santa Fe 740 - (8300)
Tel/fax: (54-299)
4434517 / 4474403 / 4425492.
 
In Termas de Copahue
 
Olascoaga s/n - (8349)
Tel/fax: (54-2948) 495082
 
Email:
info@complejotermalhualcupen.com
 
Termas de Copahue
Provincia del Neuquén
Patagonia
República Argentina
Informação geral

Copahue e Caviahue estão localizadas ao Noroeste da Província do Neuquén, em plena cordilheira dos Andes, próximas ao limite internacional com Chile, ao pé del vulcão Copahue (2953 m.s.n.m.) e a beira do Lago Caviahue (1600 m.s.n.m.), respectivamente.
 
CAVIAHUE
 
(1607 m.s.n.m.) que na língua mapuche quer dizer "local de festa ou reunião", dista 352 Km. de Neuquén Capital es tem acesso por as rodovias pavimentadas (Nº 22, 21 y 26), e a 1500 km. de Capital Federal.
Encravada no Parque Provincial Copahue de 28.300 Ha., com bosques de pehuenes (Araucária araucana), lagos e lagoas, esplanadas de basalto e cascatas, oferecem ao turista um espetáculo sem igual, ao permanecer coberta de neve ainda em primavera.
Este centro turístico brinda temporadas de 4 até 5 meses de neve com extensas pistas de esqui, combinadas com verãos em que se podem desfrutar dos aconchegantes banhos termais do Copahue.
Caviahue é o assentamento da população estável do Parque Provincial e que oferece serviços aos visitantes quanto ao alojamento, refeições, excursões, atividades esportivas e de recreação, tanto na temporada de verão como na de inverno.
É além disso um centro de esqui alpino, de fundo e estação integrada de montanha. Possui muitos atrativos naturais como o vulcão Copahue, a antiga cratera, o anfiteatro; os lagos Caviahue e Trolope; lagoas como As Mellizas (Gêmeas), Escondida, O Rincón (Canto), Hualcupén, Negra (preta) e Achacosa (achacadiça); cascatas Do Agrio (azedo), Escondida, Do Basalto, Cabellera de la Virgen (Cabeleira da Virgem), Do Gigante, Do Aº Blanco (Ribeirão Branco), Da Usina; locais de observação da flora; caminhos e trilhas de alto valor cênico. Outras atividades além do esqui de fundo e alpino são: a patinagem sobre gelo, excursões em snow-tracks, passeios em motos de neve, travessias em trenós, cavalgadas, trekking e pesca.
Em Caviahue se ha criado o CEARART (Centro de prova, concentração, treinamento em altura meia de alto e mediano rendimento associado à reabilitação termal), cujo objetivo é melhorar a qualidade de vida, prevenção, tratamento e otimização da aptidão física das pessoas. Este centro que está em projeto executivo, constitui uma alternativa cientificamente válida para pôr a ponto a pretemporada da preconcorrência do esportista de elite de alto e meio rendimento, em todas as es esportivas. Caviahue conta com um Programa de Desenvolvimento Turístico e um Plano Geral de Direção do Parque Provincial Copahue, instrumentos que permitem ao investidor definir com claridade as políticas e ter acesso as possibilidades de desenvolvimento turístico da área com definição de estratégias, roles, perspectivas e pautas de crecimento como assim mesmo a identificação de programas e projetos públicos e privados.
 
COPAHUE
 
Se tem acesso a Copahue desde Caviahue por caminho de rípio (até Caviahue é totalmente pavimentado) está situada a 2000 mts. sobre o nível do mar, distante 19 kms. ao noroeste de Caviahue, é um centro termal único em América por a variedade e qualidade das suas águas, lamas e algas. Trabalha durante a temporada de verão e tem começado incipientemente a desenvolver-se atividade turística durante a temporada invernal, devido ao pavimento aquecido que foi acabo no ano 1999. Seu Complexo Termal de Balneoterapia está preparado para brindar 2500 banhos por dIa. É uma zona privilegiada por a natureza, na qual emergem do seio da terra, águas mineralizadas e termais que por as suas características físico-químicas e biológicas, adquirem propriedades terapêuticas medicinais e da cosmética. As Termas de Copahue surpreendem por a grande diversidade das águas existentes: Lagoa del Chancho (Lago do Porco), Verde, Sulfurosas e Volcán (vulcão), ferruginosas e as bebíveis como a de Vichy, de Limón (limão), de Hierro (Ferro) e do Mate (Chimarrão). Lamas, vapor e algas completam as técnicas termais de um tratamento natural com hidroterapia, inalaterapia, fitoterapia, fangoterapia ou climatoterapia, supervisado por profissionais médicos e paramédicos. O EPROTEN (Ente Provincial das Termas do Neuquén), administra, controla e fiscaliza o recurso termal.
 
ASPECTOS GEOGRÁFICOS
 
O complexo Copahue Caviahue se encontra ao noroeste da Província do Neuquén, em plena Cordilheira dos Andes, aproximadamente a 37.50' de latitude sul, sobre o limite internacional argentino-chileno. Constitui uma região vulcânica que tem sofrido modificações por a ação glaciária. As formas do terreno são moderadamente ásperas, com pequenos cerros que sobressaem de uma topografia ondeada e com elevações que vão desde os 1.600 e os 2.300 m.s.n.m. Em este ambiente se destacam ao Oeste os corpos vulcânicos do Vulcão Copahue e ao leste e norte uma escarpada abrupta de 400m. que separa à área de uma meseta inclinada. Esta escarpa está atravessada, especialmente por os ríos Agrio (azedo) e o ribeirão Hualcupén, que drenam a região. Se encontram em esta zona numerosos lagos de dimensões que podem alcançar as 8 ha.
As águas termais que caracterizam a região são de origem superficial, correntes ou infiltradas, procedentes do degelo dos mantos que cobrem a zona. O local chamado Termas do Copahue, está em uma depressão de uns 600 m. de cumprimento, ficando enterrada baixo neve durante grande parte do ano. Caviahue está situada à margem do lago homônimo, a 17 km. de Copahue, com uma latitude de 1.600 m.s.n.m. Possui uma melhor qualidade paisagística e condições ambientais e menos severas que Copahue.
 
CLIMA
 
Copahue como todo lugar de alta montanha (estamos a 2000 mts. de altura sobre o nível do mar) tem dias quentes e dias muito frios, as noites geralmente são muito frias, é provável inclusive ter dias de neve ainda em pleno verão. É aconselhável trazer roupas de verão e agasalhos além de um par de botas. É imprescindível um protetor solar de boa qualidade já que a grande altura e o céu sem contaminação fazem que tenhamos uma radiação solar muito forte.
Se carece de dados meteorológicos para caracterização climática do Parque. Sobre a base de dados existentes a temperatura meia anual oscilaria entre 3° e 4° C, com temperaturas meias baixo cero durante o inverno e grandes amplidões térmicas durante o período estival. A precipitação superaria os 2.000 mm. Anuais, concentrada durante o inverno quando é predominantemente de neve. A maior freqüência e intensidade dos ventos corresponderia aos dos quadrante oeste, com velocidades máximas superiores aos Km/hora.
 
SOLOS
 
(extrazido do relatório feito por o Irisarri, J. Y Muguerza, D. 1988). Nas zonas correspondentes aos semi-desertos de altura dominam em grande forma os afloramentos rochosos de vulcanites, maiormente básicas. Os solos têm sido desenvolvidos a partir de cinzas vulcânicas holocênicas. Se os caracteriza como Cryandepts tipyc quando são superficiais. Todos estes subgrupos apresentam um estado de alofanização importante evidenciado por seu alto PH em Fna, altos valores de retenção de fosfatos e de retenção hídrica.
Os solos da zona florestadas são os que apresentam maior desenvolvimento, evidenciado por a aparição de um horizonte de acumulação de matéria orgânica mais marcado que no caso anterior. A espessura do horizonte superficial oscila entre 30 e 50 cm. e os teores de matéria orgânica alcançam valores entre 20 e 30%. O grau de alofanização resulta similar ou inclusive menor no limite inferior do bosque. Isto indicaria que o limite superior dos bosques não estaria dado por as características dos solos, tratando-se provavélmente de uma resposta às condições climáticas.
São solos desenvolvidos a partir de cinzas vulcânicas. Em algumas partes estas cinzas contaminam depósitos coluviais, mas seguem governando o processo pedogenético, caracterizado por o proceso do andosol (solo que se desenvolve em cinzas vulcânicas e que apresenta problemas de fertilidade).
O limite inferior dos bosques, geralmente ocupado por o ñire, o grau de alofanização resulta menor, o que se evidência por a cor mais preta do horizonte superficial e o domínio de ácidos húmicos no fracionamento da matéria orgânica. Estas características destacam um verão mais seco e um maior contraste das estações (inverno frio e húmido/ verão quente e seco).
Estes solos foram caracterizados como Dystrandepts typic os da porção.
 
VEGETAÇÃO
 
Fitogeográficamente estão representados os Distritos do Pehuen (Província Subantártica), Subandino (Província da Patagônia) e Altoandino Austral (Província Altoandina) O Parque constitui o limite setentrional da distribuição da Araucária araucana. Além disso no Parque existem ecotipos e endemismos, tais como Rodophiala araucana e Senecio polyphillus.
As estepes (Distritos Subandino da Província da Patagonica) constituem o tipo de vegetação predominante, estendendo-se nas ladeiras, nos planaltos e fundos do vale por em baixo dos 2.000 mts. dominam diversas espécies de coirones (planta gramínea de folhas duras e hervas de altura), sufrútices e arbustos baixos e anões, semi-desertos com porcentagens relativamente altos de solo desnudo (20 ao 60%) se estendem por cima dos 2.000 m. nas ladeiras altas do setor ocidental e nos filos das Serra de Trolope e dos Palos Parados. A cobertura da vegetação é baixa, na ordem do 30% nas zonas mais baixas, diminuindo segundo acrescenta a altitude, até sua desaparição por cima dos 2.400 m.
Uma quantidade considerável de mallines de altura se encontra associada às nascentes hídricas por cima dos 2.000 m. Diversos cojines, musgos, gramíneas, juncáceas, ciperáceas, e outras herbáceas conformam estos complexos herbáceo-arbustivo.
Por embaixo dos 1.700m. e nas zonas de topografia plana ou de pendente fraca, com solos submetidos a distintos graus de hidromorfismo, é comum o desenvolvimento de grandes mallines caracterizados por um estrato herbáceo fechado, geralmente dominado por juncáceas e ciperáceas.
O ñire, uma das fagáceas típicas da Província Subantártica, forma matagais mono específicos e mosaicos com a vegetação estepária, ocupando mesetas, ladeiras e taludes em diversos sectores do Parque. O outro nothofagus presente, a lenga, forma matagais e bosques baixos de dostribuição muito restringida.
Os bosques de araucária constituem um rasgo distintivo do Parque, se bem ocupam uma área relativamente reduzida nas imediações do lago Caviahue e no vale do Rio blanco.
A araucária é um endemismo da região andino-patagônica de dostribuição restringida tanto na Argentina como em Chile, representando os bosques do Parque o limite norte da dostribuição da espécie na Argentina. Ocupam ladeiras e afloramentos rochosos por em baixo dos 1.800 m., e se trata de bosques puro de Araucária araucana entre os que se detectaram quatro subtipos tendo em conta diferencias na estrutura e composição florística do sotobosque.
 
FAUNA
 
O parque possui um interesse faunístico particular por tratar-se de uma zona de transição e interdigitação entre três grandes regiões ecológicas: a Altoandina, a Subantártica e a Patagônica, com o agregado de alguns elementos próprios das regiões contíguas de Chile.
O Parque parece ser o limite austral de elementos altoandinos como Phymaturus palluma, Euneomys cf. Mordaz e a gaivota andina Larus serranus, os dois últimos documentados por primeira vez para a Província do Neuquén.
O Parque se encontra à sua vez no limite norte dos bosques andinopatagônicos, que já vão perdendo elementos. Incluindo o extremo norte conhecido da distribuição das espécies como Bufo variegatus, Pleurodema thaul, Liolaemus pictus, Choloephaga poliocephala, Anas specularis, Colaptes pitius y Xolmis pyrope por nomear alguns deles. Assim mesmo parece estar no limite norte de elementos do estepe pagônico, como Liolaemus rothi e Euneomys cf. Chinchilloides.
Cabe destacar a presença de alguns endemismos do oeste do Neuquén, como Liolaemus coeruleus, e especialmente de uma rã do gênero Atelognathus, ainda não identificada que poderia resultar ser um endemismo estrito do Parque Provincial.
Finalmente se caracteriza por o ingresso de um grupo de espécies típicas do centro sul de Chile, como Liolaemus altissimus, Liolaemus lemniscatus e Ctenomys maulinus, todas restringidas na Argentina a uma estreita faixa cordilherana do oeste do Neuquén.
 
LENDA DE COPAHUE
 
Copahue é o nome de um vulcão que tem na sua cúspide uma lagoa que contém água pesada, ou seja, sobrado em hidrogeno ao estado nascente. Em uma depressão da seu sopé oriental existem surgentes de àgua termal que gozam de altas virtudes medicinais.
 
A lenda conta que um cacique chamado Copahue se apaixonou de uma índia com quem se casou e a levou a seus domínios. A tribo não a aceitou e resolveu declarar guerra ao cacique. Na ação Copahue caiu morto. Seus colegas o levaram a enterrar ao mesmo sítio onde se conheceram os amantes. Ao escavar a fossa, brotou um jorro de água quente que foi a origem das famosas termas.

 
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